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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Nó na cabeça!!!!

Alguns anos atrás eu conheci e acabei me casando, com uma viúva, bem conservada, mas que já tinha uma filha crescida.
Mais tarde, o meu pai se casou com a filha da viúva. Então a minha enteada tornou-se minha madrasta e eu virei padrasto do meu pai.
Ao mesmo tempo, eu virei sogro do meu pai e minha esposa virou sogra do próprio sogro.
Depois, a filha da minha esposa, minha madrasta, teve um filho. Este menino é meu irmão uma vez que ele é filho do meu pai… Mas ele também é filho da filha da minha esposa, o que o torna meu neto.
Eu virei, então, avô do meu irmão.
Mas isso não era nada até que eu e a minha esposa tivemos um filho. Agora, a filha da minha esposa, que é irmã do meu filho e também minha madrasta, tornou-se avó do próprio irmão.
Meu pai, casado com a irmã do meu filho, acabou virando cunhado do próprio neto.
Eu sou cunhado da minha madrasta, minha esposa é tia da própria filha, meu filho é sobrinho do meu pai.

Uma questão de inteligência...

 Um campónio resolveu ir a pé de volta para a sua quinta.

No caminho, comprou um balde, uma lata de tinta, dois frangos e um ganso vivos.
Quando saiu, parou e ficou a pensar como iria levar as compras para casa.
Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma velhinha que lhe disse estar perdida e perguntou-lhe:
– Pode explicar-me como chego à Estrada das Andorinhas?
Bem – diz o agricultor – a minha quinta fica próxima dessa estrada. Eu até a acompanhava até lá mas ainda não resolvi como vou carregar isto tudo.
A velhinha então sugeriu:
– Olhe, coloque a lata de tinta dentro do balde, carregue o balde numa das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.
– Muito obrigado… – disse o homem – é uma boa ideia.
A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
– Vamos cortar caminho por este atalho, pois assim economizamos muito tempo.
A velhinha olhou-o cautelosamente e disse:
– Eu sou viúva e solitária e não tenho marido para me defender. Como vou eu saber se quando estivermos no atalho você não avançará para mim e levantará a minha saia para fazer alguma coisa comigo?
Diz o homem:
– Impossível, estou a carregar um balde, uma lata de tinta, dois frangos e um ganso vivos. Como poderia eu fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se as soltar as aves são as primeiras a fugir?
Responde a velhinha:
– Simples, coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido sobre ele e coloque a lata sobre o balde e eu seguro os frangos…

Mecânico de boas famílias.

Um rabino, ainda jovem, falece tragicamente num acidente.

 

Como ele vivia numa comunidade pequena, onde todos se conhecem, passado algum tempo, aconselham a viúva para que volte a casar…

Na comunidade (kibutz) havia somente um candidato disponível e era um mecânico, simpático, mas com pouca instrução.

Embora relutasse no início, pois estava habituada a viver com uma pessoa erudita, a viúva finalmente aceita.

Depois do casamento, na sexta-feira, véspera de Shabat, após o banho ritual no mikve, o mecânico diz à sua nova esposa:

– A minha mãe sempre me disse que era uma boa acção praticar sexo antes de ir para a sinagoga.

Foi dito e feito.

Voltando da sinagoga, ele informa:

– Segundo o meu pai, é uma santa obrigação fazer sexo antes de acender as velas de Shabat. Foi dito e feito, de novo.

Pouco antes de irem dormir, o mecânico volta ao assunto:

– O meu avô sempre disse que é costume fazer sexo no Shabat.

Resultado… foi dito e feito, mais uma vez.

Ao amanhecer do dia seguinte, ele diz:

– A minha tia Sarah, muito religiosa, disse-me certa vez que um bom judeu não começa a manhã de Shabat sem ter sexo… foi dito e feito (Ufa).

A viúva, já no domingo, sai para fazer compras.

No mercado encontra várias amigas, que lhe perguntam:

– Então? Que tal é o novo marido?

– Bom – responde ela – ele não é tão instruído como o anterior, mas provém de uma família maaaaaraaaaaaaaviiiilhooooooooosaaaaa!!!