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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Sinceridade de criança.

Um destes dias, uma professora da 1ª classe, decidiu contar a historia dos três porquinhos. Foi contando até que chegou a parte em que os Porquinhos tentavam angariar materiais para construir as suas casas.

Diz ela: “E então, o primeiro porquinho chegou-se ao pé do carroceiro que transportava fardos de palha e perguntou:
– O Sr. não se importa de me ceder um pouco da sua palha para que possa construir a minha nova casa?” – contou ela.

Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
“E o que acham vocês que o homem disse?”

Respondeu logo uma das criancinhas:
– O homem deve ter dito: “Cum caraças ! Um porco que fala!!!”

Criança não mente

Um destes dias, uma professora da 1a classe decidiu contar a história dos
três porquinhos.
Foi contando até que chegou à parte em que os porquinhos tentavam angariar
materiais para construir as suas casas,
"E então, o primeiro porquinho chegou-se ao pé do carroceiro que
transportava fardos de palha e perguntou: -'O sr. não se importa de me
ceder
um pouco da sua palha para que possa construir a minha nova casa?'" -
contou
ela.
Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
"E o que acham vocês que o homem disse?"
 - Acho que disse "Foda-se! Um porco que fala!!" - respondeu uma das
criancinhas.

Uma questão de fé.

Um agricultor deixa três notas de quinhentos euros em cima de uma mesa e, enquanto está distraído, o porco come-lhe as notas. A mulher sugere ao homem que dê bagaço ao porco para ele arrotar, de forma a que as notas voltem cá para fora.

Como não tem bagaço em casa, o homem leva o porco à taberna e pede dois bagaços, um para ele e um para o porco. Dali a pouco, o homem dá um pontapé no rabo do porco e ele arrota uma nota. Mais um pouco, mais um pontapé, mais uma nota.

Um outro agricultor aproxima-se e pergunta:

-Eu vi bem?

Sem mais, o homem dá novo pontapé ao porco, há um novo arroto e surge uma nova nota.

Diz novamente o segundo agricultor, tirando um molho de notas do bolso:

- Dou-lhe 50,000 euros por esse porco.

- Vendido! O homem pega no dinheiro, deixa o porco com o outro e vai-se embora.


Jornal do dia seguinte: “Agricultor mata porco a pontapé.”