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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

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É um centro mas dos pequeninos...

Autos de notícia.

 

Notas de Autos de Notícia:

1. Um agente da PSP desloca-se à residência de um casal que anda desavindo e escreve no auto de notícia que: “o sr. x anda muito frustrado porque pagou cerca de 5 mil euros pelos implantes mamários da sua mulher e suspeita que outro cidadão está a usufruir desses dividendos”.

2. Escrevia um PSP num auto de notícia: “Numa acção de fiscalização, estando eu de arvorado ao carro patrulha, mandei parar o veículo supra identificado e pedi ao condutor os documentos pessoais e da viatura. Em resposta, disse-me aquele que se o autuasse me iria ao ÒÒ, o que fez três vezes.”

3. A GNR participa acidente e explica que “naquele local o asfalto da estrada era de terra batida”.

4. O gatuno era “herdeiro e vozeiro naquele tipo de condutas”.

5. Auto de notícia em que se diz que a ofendida foi encontrada em “lã-jeri”.

6. O arguido era “de raça nómada”.

7. Auto de notícia em que a GNR denuncia o furto de 24 galinhas das quais uma era galo.

8. O arguido resolve acabar o seu requerimento de uma forma cordial: ” Pede deferimento” e logo a seguir … “As minhas sinceras condolências”.

9. “O denunciado proferiu vários impropérios na Língua de Camões e também em língua francesa”

10. “O indivíduo trazia o produto estupefaciente junto do órgão genital masculino vulgo pénis”

11. Diligência de inquérito: “Solicite à PSP que, em 48h, diligencie por identificar o denunciado que se sabe ter cerca de 16 anos e usar boné”

12. Quem comete o crime de “borla” é um “borlista” profissional.

13. Auto de denúncia : “enquanto proferiam tais ameaças permitiam-se ainda chamar nomes ofensivos tais como “puta, vaca, jornalista, advogada, ladra, que era boa era para ir para a Ordem dos Advogados”.

14. Um arguido antes de bater no ofendido atirou-lhe com uma caixa em plástico, “nomeadamente um tampa-ruer”.

15. “O arguido atirou um paralelo-ipípado”.

16. “O arguido trazia uma techerte azul às riscas”.

17. “Os meliantes colocaram-se em fuga, ao volante de uma Picap”

18. Na sequência de uma queixa por crime de furto de um veículo, a GNR informa que recuperou a dita viatura, no entanto a mesma vinha cheia de moças.

19. Caso de uma averiguação de causa de morte em que foi determinada a “autópsia parcial” do cadáver.

20. Exmo Sr. Procurador. Venho comunicar a V. Exa. que na EN que liga Penamacor ao Sabugal foi encontrado um cadáver morto, que pela fala parece ser espanhol…

O reformado

As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado.

 

Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.

Quando saí, um Polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.

Rapidamente aproximei-me dele e disse:

– Vá lá, senhor guarda, eu não demorei mais que cinco minutos…! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado.

Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.

Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…

Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infracção alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.

Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito…etc, etc

Ele terminou de autuar pela segunda infracção, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.

Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.

Ele, a cada “mimo”, respondia com uma nova infracção e consequente preenchimento da respectiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança.

Depois da décima violação… eu disse-lhe:

– Tenho pena senhor guarda, mas tenho que me ir embora… vem ali o meu Autocarro!

Desde que me reformei, aproveito todas as oportunidades para me divertir!

TENHO TEMPO..

Respeitinho é muito bonito.

Em pleno regime salazarista, um homem, perdido de bêbado, cantava em altas vozes à uma da manha numa rua de Lisboa.

Um polícia aproximou-se dele.

- O senhor cale-se, para não acordar as pessoas!

- Vá cortar o cabelo!!!

- O quê??? Acompanhe-me à esquadra, se faz favor.

Já na esquadra, o chefe interroga-o:

- Então, o senhor está a perturbar o sono das pessoas e ainda diz ao meu subordinado para ir cortar o cabelo?

Perdido de bêbado, o homem responde:

- E você vá apanhar no cú!!!

- O quê??? Passe para cá os seus documentos, e vai passar a noite ali para o calabouço!

Na manha seguinte, o chefe olhava preocupado para os documentos do homem:

- Ó Silva, chegue lá aqui. Olhe lá, o bêbado que nós prendemos ontem à noite chama-se José Manuel de Oliveira Salazar. Será familiar do nosso Presidente do Concelho?

Vai-lhe lá perguntar, Silva. O Silva foi e voltou pouco depois.

- Sim, meu chefe, ele diz que sim, que é sobrinho, e diz também que é afilhado do Dr. Oliveira Salazar.

-Ai meu Deus, e agora? O que nós vamos fazer?

- Olhe, chefe, eu vou cortar o cabelo... e o chefe... Pois... Terá de se desenrascar...

A arte da advocacia

Uma advogada andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW topo de gama, quando foi parada pela polícia:

 

Guarda: – A senhora estava em excesso de velocidade, por favor, a sua carta.

Advogada: – Está vencida.

Guarda: – O documento do carro.

Advogada: – O carro não é meu.

Guarda: – A senhora, por favor, abra o porta-luvas.

Advogada: – Não posso, tem lá um revólver que usei para roubar este carro.

Guarda (já bastante preocupado): Abra o porta-malas!

Advogada: – Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.

O guarda, vendo-se diante das circunstâncias , resolve chamar o Sargento.

Chegando ao local o Sargento dirige-se à advogada:

Sargento: – Carta de condução e documento do carro por favor!

Advogada: – Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a carta está regular.

Sargento: – Abra o porta-luvas!

Advogada (tranquilamente…) : – Como vê só tem alguns papéis.

Sargento: – Abra o porta-malas!

Advogada: – Certo, aqui está… como vê, está vazio.

Sargento (constrangido): – Deve haver aqui algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhora não tinha carta, que não era a dona do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas.

Advogada: – Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em excesso de velocidade!!!