Um dia na missa de domingo o Padre perguntou aos fieis, se estavam dispostos a perdoar aos seus inimigos, e quase todos levantaram a mão… Voltou a perguntar e todos levantaram a mão, com exceção da minha Avó… – Então Dª. Maria, não está disposta a perdoar aos seus inimigos? – Eu não tenho inimigos… – Respondeu ela! – Mas isso é muito raro… quantos anos tem? – 94… Toda a gente na Igreja se levantou, e aplaudiu efusivamente… – Como é que se consegue viver até aos 94 anos, e não ter inimigos… é raro e fantástico… A minha Avó dirigiu-se ao Altar, e num tom solene, olhou para a Igreja ao rubro, e respondeu: – Já morreram todos, aqueles filhos da p#$@!
A rapariga no confessionário: - Sr padre, eu fiz sexo com o meu namorado! - Minha filha, não deve fazer isso! É um pecado muito grave! Por causa de uma hora de prazer, pode prejudicar toda a sua vida. Arrependa-se dos seus pecados, reze duas Avé-Marias e que Deus te abençoe, minha filha! A rapariga ia levantar-se, mas ganha coragem para uma última pergunta: - Sr. Padre? O senhor pode explicar-me como é que se faz para durar uma hora?
O idoso ajoelha-se no confessionário e diz ao padre: – Padre, eu tenho 83 anos e amiguei-me com uma linda menina de vinte e poucos anos… – Sim, meu filho, continue – diz o padre – Não é, senhor padre, que a menina é o fogo em pessoa e eu, com 83 anos, sou forçado a dar 3 assistências por noite! Três!! – Pois é, meu meu filho, isso tem de merecer arrependimento. Reze dez ave-marias e cinco padre-nossos. – Calma lá padre, não rezo nada disso, é que eu sou judeu! – Como é? É judeu? Então, porque raio está aqui a contar a sua história, não é para de penitenciar? – Claro que não, eu estou a contar isto para toda a gente, achei por bem contar-lhe a si também!
A jovem irmã Madalena já havia preparado a água e as toalhas, exactamente como o velho padre gostava. Irmã Madalena foi também instruída para não olhar para o corpo nu do padre, e fazer apenas o que ele lhe pedisse. E rezasse…
Na manhã seguinte, a madre superiora perguntou à irmã Madalena se o banho havia decorrido bem.
- Ah! Madre – disse irmã Madalena – eu fui salva!
- Salva? Como assim? – Perguntou a madre superiora.
- Bom, quando o padre João estava todo ensaboado, ele pediu-me para enxaguá-lo. Enquanto eu estava tirando o sabão, ele guiou a minha mão para o meio das suas pernas, onde ele disse que Deus guarda a chave do paraíso. Então, ele disse que se aquela chave coubesse na minha fechadura, os portões do paraíso se abririam para mim e eu teria a salvação e a paz eterna. Nisso, o padre João colocou a chave do paraíso na minha fechadura.
Primeiro foi uma dor horrível, mas o padre disse que o caminho da salvação é mesmo doloroso, e que a glória do senhor iria encher o meu coração de êxtase. Assim foi, eu fui salva!
- Aldrabão!!! – Berrou, furiosa, a madre superiora – Há mais de trinta anos que ele me diz que aquilo é um apito para chamar os anjos…
A beata e piedosa Mª Antónia ia pela rua quando se cruzou com o sacerdote maduro.
O padre disse-lhe:
- “Bom dia. Por acaso você não é a Mª Antónia, a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese?”
Ela respondeu:
- “Efectivamente, Padre, sou eu”.
O sacerdote perguntou:
- Mas não me lembro de ter baptizado um filho seu. Não teve nenhum?”
Ela respondeu:
- “Não Padre, ainda não.”
O padre disse:
- “Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se você quiser, acendo lá uma vela por si e seu marido, para que recebam a bênção de poder ter filhos.”
Ela respondeu:
- “Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos.”
Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente. O sacerdote ancião perguntou:
- “Bom dia Mª Antónia. Como está agora? Já teve filhos?”
Ela respondeu:
- “Oh, sim Padre, 3 pares de gémeos e mais 4. No total são 10!”
Disse o padre:
- Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?
- Vai a caminho de Roma, para ver se apaga a p###a da vela!!