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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Um novo conceito.

Um homem vai ao quarto do filho para lhe dar boa noite. O rapaz está a ter um pesadelo.
O pai acorda-o e pergunta-lhe se ele está bem.
O filho responde que está com medo porque sonhou que a tia Susana havia morrido.
O pai garante que tia Susana está muito bem e manda-o de novo para a cama.
No dia seguinte a tia Susana morre.
Uma semana depois, o homem volta ao quarto do filho para lhe dar boa noite.
O rapaz está a ter outro pesadelo e desta vez diz que sonhou que o avô havia morrido.
No dia seguinte o avó morre.
Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto do filho para lhe dar boa noite.
O rapaz está novamente a ter um pesadelo.
Desta vez o filho responde que sonhou que o pai havia morrido…
O pai garante que está muito bem e manda-o de novo para a cama.
No dia seguinte ele está apavorado. Tem certeza de que vai morrer.
Sai para o trabalho e conduz com o maior cuidado para evitar uma colisão.
Não almoça com medo de veneno; evita as pessoas, com medo de ser assassinado, tem um sobressalto a cada rua… Ao voltar para casa, ele encontra a esposa e diz:
– Meu Deus… Tive o pior dia de minha vida !
E ela responde, toda chorosa:
– Achas que o teu dia foi pior?!?… E o meu chefe, que morreu hoje de manhã assim que chegou ao escritório!
Moral da história:

Há momentos em que ser corno é um alívio e não um problema.

Moral da história ou história com moral 2

Bruno estava a ser julgado por assassinato. Havia evidências indiscutíveis sobre a culpa do réu, mas o cadáver não aparecera. Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que o seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

 

– Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para todos! – disse o advogado a olhar para o seu relógio. – Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, entrará na sala deste Tribunal. – E olhou para a porta.

Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram de olhos esbugalhados a olhar para a porta.

Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu.

O advogado, então, completou: – Realmente, eu falei e todos vocês olharam para a porta com a expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente. (In dubio pro reo = na dúvida a favor do réu.)

Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:

– CULPADO!

– Mas como? – perguntou o advogado. – Eu vi que todos vocês olharam fixamente para a porta, é de se concluir que estavam em dúvida! Como condenaram na dúvida?

E o juiz esclareceu:

– Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o Bruno…

 

MORAL DA HISTÓRIA: NÃO ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO SE O CLIENTE FOR ESTÚPIDO.

Moral da história ou história com moral?

PAI - escolhi uma óptima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates…
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.


Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.

PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha!
BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial…
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.

Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.

PAI - Senhor Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do que o necessário.
PAI - Mas, senhor, este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!

 

Moral da história: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.

 

“Se um dia disserem que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
A Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic… “

Jantar de despedida

No jantar de despedida, depois de 25 anos de trabalho à frente da paróquia, o padre discursa:

 

- A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as esposas dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé.

Atrasado, chegou então o Presidente da Câmara para prestar uma homenagem ao Padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso:

- Nunca vou esquecer o dia em que o Padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.

Seguiu-se um silêncio assustador…


Moral da história: Nunca te atrases e se o fizeres, fica de boca fechada.