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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Pronto para casar!

Diz o filho ao pai:
– Pai. Vou-me casar.
– Pede desculpa!
– Porquê?
– Pede desculpa!
– Não estou a entender!…
– Apenas pede desculpa!!!
– Mas pai… Isso não tem lógica…
– Pede-me desculpas agora !! Carago !!!!!!!!
– Prontos… Se é isso que queres… Desculpa-me!…
– Agora que aprendeste a pedir desculpa sem saber o motivo… Estás pronto para te casares…

Economias de uma vida...

João casou-se com Joana e no dia do casamento Joana levou para sua casa nova um grande baú, e pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.

 

Durante 50 anos de casamento, apesar da curiosidade, João nunca abriu o baú.

Na comemoração dos 50 anos, João não aguentou e perguntou para Joana o que tinha dentro daquele baú.

Ela então resolveu mostrar para ele o baú. Ao abrir, João viu 60.000 euros e quatro batatas.

Curioso, ele perguntou por que as batatas, e ela então confessou:

- “Toda vez que te traí coloquei uma batata no baú”.

João, no primeiro momento ficou chocado, mas, depois de meditar, disse para si mesmo:

“Até que posso perdoar… quatro batatas em cinquenta anos, significam uma traição a cada 12,5 anos”.

Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.

Foi quando ela disse:

- “Toda vez que o baú enchia de batata, eu vendia-as”.

Divinal

O Zé namorava a Maria, há 5 anos. Uma morena, de corpo escultural, rabiosque perfeito, peitinho durinho e a apontar para cima. Simplesmente, as medidas de uma Deusa grega.

 

Só havia um problema para o Zé:

Até hoje Maria não tinha permitido nada mais que uns apertos.

Um dia, os dois a rolar pelo sofá, pega aqui, pega ali, mão naquilo, aquilo na mão, etc, José começou a tirar a blusa a Maria, abriu-lhe as calças e quando achou que finalmente ia rolar qualquer coisinha… Maria cortou-lhe para canto, E disse:

- José, eu sou rapariga de família. Só vou ter relações contigo depois de casar. Quando isso acontecer, até te faço uma ‘tulipa roxa’ sempre que quiseres.

Sem entender o que era a ‘tulipa roxa’ José levantou-se e saiu.

Foi a casa de Joana, uma loira toda malucona que era um caso antigo dele, daquelas que marchava.

Ao chegar, José não pensou duas vezes e saltou logo para cima de Joana.

Rola pra cá, rola pra lá, depois de várias posições, ele não pensou mais e disse:

- Joana, não achas que devíamos experimentar coisas diferentes? São sempre as mesmas posições.

- Também acho, Amorzinho.

- Então, quem sabe tu podias fazer-me uma ‘tulipa roxa’?

Joana ficou branca e gritou:

- QUEM TU PENSAS QUE EU SOU? - POSSO SER SUA AMANTE, FAZER TODO TIPO DE COISAS, MAS HÁ LIMITES, MAS TU ACHAVAS MESMO QUE ERA DESSAS QUE FAZEM UMA ‘TULIPA ROXA’???

PUMBA…. BRUTA

CHAPADA NA CARA DO ZÉ!

- FORA DAQUI, JÁ!!!

Atirou tudo o que tinha para cima de Zé, que não teve alternativa a não ser sair a correr, com as calças na mão.

No dia seguinte, José foi para o trabalho, mas não parava de pensar como deveria ser a tal ‘TULIPA ROXA’…

Claro que não perguntou a nenhum amigo, pois não queria passar vergonhas.

A solução seria uma visita ao “Bar das Meninas Puras” lá da zona.

Foi para lá que foi na mesma noite.

Depois de beber umas cervejas, sentiu-se preparado e chamou uma das ‘gajas’, linda, de parar o trânsito. Quando foi para o quarto perguntou-lhe logo:

- Tu fazes realmente tudo?

- Claro. Estou aqui pra isso, fofinho.

- Qualquer coisa, mesmo?

- Sinceramente: Estou aqui para ganhar dinheiro e faço tudo o que for preciso: anal, oral, o que tu quiseres.

- Então vamos começar logo com a ‘tulipa roxa’?

Sem pensar, a fulana enfiou um tremendo chapadão nas bentas do José e gritou:

- SEU CABRÃO. SOU PUTA, MAS NÃO SOU QUALQUER UMA. QUEM TU PENSAS QUE EU SOU?!!!

TAUUU, OUTRO BRUTO ESTALO NA CARA DO COITADO, DE NOVO!

Enquanto fora do quarto já todos ouviam os seus berros. Sem entender o que estava a acontecer, o Segurança invade o quarto, irritado e pergunta:

- Senhor, o que está a acontecer aqui?

- Meu caro, eu só perguntei se ela fazia de tudo.

- Respondeu José.

- Ora, aqui todas fazem de tudo. Não estou entender. – Disse o Segurança.

- Mas, quando eu pedi para ela me fazer uma ‘tulipa roxa’ saltou-lhe logo a tampa…

Sem deixar José concluir a frase o ‘Segurança’ saca de uma arma e põe-se aos berros:

- ISTO AQUI É UMA CASA DE MENINAS DE RESPEITO, ESTAS TRABALHADORAS NÃO SÃO DESSE TIPO. SAIA JÁ DAQUI, SEU FILHO DE UMA CABRA, ORDINÁRIO, SENÃO ENFIO-TE UM BALÁZIO NO RABO!!!

E zÉ, novamente sem ter escolha, saiu a correr e foi para a casa da Maria.

Quando chegou disse:

- Maria, casa comigo, agora, por favor.

Afinal, Zé nÃo aguentava mais NÃo saber o que era a tulipa roxa…

Dois dias depois, casaram-se e foram para a lua de mel.

Zé estava esperançoso. Mas, no caminho da lua de mel, sofreram um acidente. E Maria morreu.

Até hoje, José chora. Não de saudades, mas sim de raiva, pois não conseguiu descobrir o que é a tulipa roxa.

E nós, também, vamos ficar com raiva. Afinal, Se o José não descobriu o que é a tulipa roxa, muito menos eu, que só recebi esta mensagem de um sacana que também não sabia, e perdi tempo como o carvalho, a ler a porcaria deste texto e não descobri o que é afinal essa tulipa roxa.

Então pensei:

Porque não dividir a frustração com vocês, que são meus amigos?

Não acham que fiz bem?

Teste final

O rapaz chega a casa muito animado e diz para à mãe que se apaixonou e se quer casar.

 

A mãe inicia uma série de perguntas e ele faz a seguinte proposta:

- Mãe, por brincadeira, vou trazer aqui amanhã três mulheres e você irá tentar adivinhar com qual delas será a que eu irei casar.

A mãe acaba por concordar com o teste.

No dia seguinte, ele traz à casa três mulheres lindíssimas.

Elas sentam-se no sofá e ficam a conversar com a mãe do rapaz durante um bom tempo.

Depois de horas de conversa entre elas, o rapaz chega e pergunta:

- Então mãe, é capaz de adivinhar com qual eu vou me casar?

A mãe responde imediatamente:

- Com a do meio.

O rapaz fica surpreso e pergunta:

- É incrível mãe. Você acertou! Mas como é que adivinhou?

A mãe responde:

- Não gostei dela…

Astúcia da mulher casada.

Uma senhora muito bonita procura um tatuador e pede-lhe:

 

- Faça-me na minha virilha esquerda um lindo coelhinho de Páscoa.

O tatuador trabalhou e fez um perfeito coelhinho, que ela adorou.

- Agora, faça-me um Pai Natal com o seu saco de presentes na minha virilha direita.

O tatuador trabalhou e fez um lindo trabalho, que ela aprovou incondicionalmente.

Ela perguntou quanto era, pagou e, quando ía sair, o tatuador perguntou:

- Minha senhora, o seu pedido para mim foi inédito e isso deixou-me muito curioso. Por favor, diga-me, porquê um coelho de Páscoa numa virilha e um Pai Natal na outra?

Ela respondeu:

- É para eu calar a boca do meu marido, que está sempre a dizer que lá em casa não há nada de bom para comer entre a Páscoa e o Natal…!

Amor Plat... Quê?

 Na semana do casamento, a menstruação chega e causa um verdadeiro desespero

na noiva, que aos prantos resolve ir desabafar com a mãe:

- Que azar, logo na semana do meu casamento tenho que ficar "com a xica"!!!
Sou uma desgraçada! Como vai ser a lua-de-mel?!?! O meu futuro marido vai-se
passar!!!

Ao ver a situação da filha, a mãe resolve ir falar com o noivo, afim de
tranquilizar a filha.


Diz o noivo:

- Mas, D. Maria, diga à sua filha para não se preocupar com isso, são coisas
que acontecem sem aviso prévio. Pode até ser por uma questão nervosa. A
senhora pode ir para casa tranquila e, por favor, diga à sua filha que o
ocorrido é um mero detalhe comparado ao nosso amor. Diga-lhe ainda que
nesses dias ficaremos apenas pelo "Amor Platónico"!

Aliviada, a sogra volta para casa rapidamente para acalmar a filha:

- Filha , olha, fui falar com o teu noivo e ele compreendeu a questão. Ah, e
disse também que nesses dias vocês iam ficar só pelo "Amor Platónico".

Quando a mãe já estava a sair do quarto, a filha perguntou:

- MÃE!!! Mas o que é "Amor Platónico"???

- Também não sei o que é filha. Mas, em todo o caso, lava bem o cú e escova
os dentes!!!