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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

A Miss Marple cá do sitio!

 Durante um julgamento numa pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha, uma velhinha de idade avançada. Ela sentou-se no banco e ele aproximou-se da testemunha e perguntou:

– Sra. Amélia, você conhece-me?

Ao que a velhota responde:

– Claro que te conheço. Conheço-te desde pequenino e, francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande coisa mas eu nem para limpar fossas te contratava. Claro que te conheço, e bem!

O advogado ficou branco e sem saber o que fazer. Depois de pensar um pouco apontou para a outra ponta da sala e perguntou: – Sra Amélia, conhece o advogado de defesa? Responde a velhinha:

– Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relaçào normal com ninguém e como advogado bem… é um dos piores que já vi. Também sei que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua mulher. Sim, conheço-o. Claro que sim.

– O advogado de defesa ficou em estado de choque.

O juiz chamou ambos os advogados para lhes dar uma palavra, e com uma voz muito baixinha disse-lhes:

– Se algum dos dois perguntar à velha se me conhece, juro que vão os dois presos.

Sempre a trabalhar!

O advogado está na praia quando aparece uma mulher muito bonita:
— Doutor Eduardo, que surpresa! Que faz por aqui?
O advogado, querendo demonstrar que tem uma veia poética, com ar de galanteador:
— Estou roubando uns raios de sol.
E a mulher, balançando a cabeça.
— Logo vi. Vocês advogados estão sempre a trabalhar.

Sabes a diferença?

Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem parar, em frente a uma viatura da GNR. Com uma vontade enorme de passar uma multinha, o GNR manda o carro encostar e diz:
- Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, faz favor.
Fazendo-se de desentendido diz o advogado:
- Fiz alguma coisa de mal Sr. Guarda?
Explica o GNR:
- Não parou no sinal de STOP ali atrás.
Responde o advogado:
- Eu abrandei, e como não vinha ninguém…
E o GNR:
- Exactamente… Documentos e carta de condução, faz favor.
Como qualquer advogado, que pensa que percebe muito de leis, pergunta ao policia:
- Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?
E como, em matéria de estrada, os GNR não ficam atrás dos advogados, responde:
- A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se parar completamente. Documentos e carta de condução, faz favor.
Não satisfeito, o advogado desafia o policia:
- Ou não Sr. Guarda. Eu sou advogado e sei das suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão, vou-me embora sem multa.
E o GNR:
- Afirmativo e concordo… Pode fazer o favor de sair da viatura, Sr. condutor?
O advogado desce e então a patrulha da GNR saca do cassetete, e aquilo é porrada que até ferve, para cima do advogado. Socos pra tudo quanto é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes… O advogado grita por socorro, e implora para parar. E o GNR pergunta:
- Quer que eu pare ou que abrande?!
Aflito diz o advogado:
- PARE! PARE! PARE!
Feliz diz o GNR:
- Afirmativo, pode-me então dar os documentos e carta de condução, faz favor…

Moral da história ou história com moral 2

Bruno estava a ser julgado por assassinato. Havia evidências indiscutíveis sobre a culpa do réu, mas o cadáver não aparecera. Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que o seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

 

– Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para todos! – disse o advogado a olhar para o seu relógio. – Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, entrará na sala deste Tribunal. – E olhou para a porta.

Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram de olhos esbugalhados a olhar para a porta.

Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu.

O advogado, então, completou: – Realmente, eu falei e todos vocês olharam para a porta com a expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente. (In dubio pro reo = na dúvida a favor do réu.)

Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:

– CULPADO!

– Mas como? – perguntou o advogado. – Eu vi que todos vocês olharam fixamente para a porta, é de se concluir que estavam em dúvida! Como condenaram na dúvida?

E o juiz esclareceu:

– Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o Bruno…

 

MORAL DA HISTÓRIA: NÃO ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO SE O CLIENTE FOR ESTÚPIDO.

A arte da advocacia

Uma advogada andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW topo de gama, quando foi parada pela polícia:

 

Guarda: – A senhora estava em excesso de velocidade, por favor, a sua carta.

Advogada: – Está vencida.

Guarda: – O documento do carro.

Advogada: – O carro não é meu.

Guarda: – A senhora, por favor, abra o porta-luvas.

Advogada: – Não posso, tem lá um revólver que usei para roubar este carro.

Guarda (já bastante preocupado): Abra o porta-malas!

Advogada: – Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.

O guarda, vendo-se diante das circunstâncias , resolve chamar o Sargento.

Chegando ao local o Sargento dirige-se à advogada:

Sargento: – Carta de condução e documento do carro por favor!

Advogada: – Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a carta está regular.

Sargento: – Abra o porta-luvas!

Advogada (tranquilamente…) : – Como vê só tem alguns papéis.

Sargento: – Abra o porta-malas!

Advogada: – Certo, aqui está… como vê, está vazio.

Sargento (constrangido): – Deve haver aqui algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhora não tinha carta, que não era a dona do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas.

Advogada: – Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em excesso de velocidade!!!

Começo dificil

Um advogado recém-formado abriu um escritório num luxuoso prédio no centro da cidade. Depois de alguns dias, irritou-se com a falta de clientes.

 Finalmente viu um homem entrar e rapidamente pegou no telefone, fingindo estar a falar com alguém:

- Ah, foi? E o que é que lhe disseram? Que somos os melhores? Bom, talvez tenham exagerado um pouco. Muito bem, mas não vamos comparecer à sala de tribunal; confiamos esses assuntos à nossa equipa de auxiliares. Está tudo providenciado. Pode deixar que uma das nossas secretárias fica em cima do assunto.

O advogado desligou e voltou-se para o homem.

- Em que posso servi-lo ?

- Em nada. Sou técnico da Telecom e vim ligar o telefone.

Prova do crime

Um dia, no escritório de advogados, um homem reparou que o seu colega, muito conservador, estava a usar um brinco.

 

- Não sabia que gostavas desse tipo de coisas – comentou.

- Não é nada de especial, é só um brinco – replicou o colega.

- Há quanto tempo o usas?

- Desde que a minha mulher o encontrou, no meu carro, na semana passada e eu disse que era meu…

A mim ninguém me cala.

Num tribunal de uma pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha; uma velhinha de idade avançada e avó.

Aproximou-se da testemunha e perguntou:
“Srª Ermelinda, a senhora conhece-me?”
resposta: -Claro que te conheço. Conheço-te desde pequenino e, francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando nem sequer tens inteligência suficiente nem para ser varredor. Claro que te conheço.

O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco; apontou para o outro extremo da sala e perguntou: – Srª Ermelinda conhece o defensor oficioso?

Responde a velhinha:
-Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado bem, aí……é um dos piores que já vi. Não esqueço também de mencionar que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua mulher. Sim, conheço-o. Claro que sim.

-O defensor ficou em estado de choque.
O juiz, então, pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e com uma voz muito ténue diz-lhes:

-Se a algum dos dois ocorrer perguntar à puta da velha se me conhece juro-vos que Vão todos presos.