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Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Centro de Anedotas

É um centro mas dos pequeninos...

Sinceridade acima de tudo!

O Zé cabra e a Mariazinha na sala… e toca o telefone…
– Se for para mim, diz que eu não estou em casa.
A Mariazinha atende e diz:
– Ele está em casa.
O Zé :
– Porra, mas o que foi que eu acabei de te dizer,amor …?
Mariazinha : – Era para mim !

Uma questão de Fé!

Domingos Patinho foi á igreja com o seu cãozinho e pediu:
– Padre o senhor poderia crismar o meu cãozinho?
– Estás louco?! A que propósito?!, pergunta o padre irritado.
– Eu adoro o meu cachorrinho! Quando nasceu, resolvi batizá-lo. Levei-o á Igreja ali em baixo e paguei ao padre 500€. Quando fez um aninho, fui áquela outra Igreja, lá em cima, e paguei 1000€, para que ele fizesse a 1ª comunhão…
Interrompe de imidiato o padre:
– Ora meu filho! Porque não disseste logo que o bichinho era CATÓLICO?

Padre forreta!!!

– Mas que belo carro a Senhora tem! Deve ter trabalhado muito arduamente para o conseguir comprar.
– Olhe Irmã, por acaso não foi bem assim. Foi um industrial com quem dormi durante uns tempos que me ofereceu.
Entretanto, a Freira olha para o banco de trás onde estava pousado um casaco de vison e exclama:
– Oh! O seu casaco de peles é lindo! Deve ter custado uma fortuna!
– Não me custou muito pois bastou-me passar umas quantas noites com um futebolista.
Após ouvir isto, a Freira manteve-se calada durante o resto da viagem.Ao chegar ao Convento foi para os seus aposentos tomar um revigorante banho.
Estava a Freira na banheira quando ouve alguém a bater à porta do seu quarto:
– Quem é?
– É o Padre António!
– Vai à merda, mais os teus rebuçadinhos de mentol.

Marido sincero!

A Mariazinha queria tirar umas dúvidas e pergunta ao Zé cabra ;

– se me apanhasses não cama com outro homem o que fazias?

Responde o marido
-era cão, bengala e óculos pela janela fora…

Diz a Mariazinha:
-não percebi?

Diz o homem:
– oh mulher, só um cego é que ia para a cama contigo.

Gerir bem o stress!

Gerir a Raiva... o stress... com calma...

 Por vezes, quando se tem um mau dia e precisamos de o descarregar em alguém, não o faça em alguém seu conhecido.

Descarregue em alguém que NÃO conheça.

Estava sentado à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o. Respondeu um homem que disse:

"Está?"

Educadamente respondi-lhe:

"Estou! Sou o Luís Alves. Posso falar com a Sra. Ana Marques, por favor?"

Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos:

"Vê lá se arranjas a merda do número certo, ó filho da p***!" e desligou o telefone.

Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal-educado por causa de uma coisa destas. Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.

Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu, gritei-lhe:

"És um grande paneleiro!" e desliguei.

Escrevi o número dele juntamente com a palavra "paneleiro" e guardei-o. De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe:

"És um paneleiro!"

Isso animava-me.Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "paneleiro" iria acabar.

Por isso, liguei-lhe e disse:

"Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de chamadas!

" Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone. De seguida liguei-lhe, e disse:

"É porque és um grande paneleiro!"

Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para estacionar num lugar livre, um tipo num Mercedes cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse. Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me.

Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava. Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro paneleiro, pensei que era melhor telefonar também para o do Mercedes.

Perguntei-lhe:

"É o senhor que tem um Mercedes prata à venda?" "Sim", disse ele.

"E onde é que o posso ver?", perguntei.

"Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É uma casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."

 "E o senhor chama-se?." perguntei.

 "O meu nome é Alberto Palma", disse ele.

 "E a que horas está disponível para mostrar o carro?"

 "Estou em casa todos os dias depois das cinco."

 "Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"

 "Diga!"

 "És um grande paneleiro!", e desliguei o telefone

 Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "paneleiros" a quem telefonar.  Tive, então, uma ideia.

Telefonei ao paneleiro Nº 1.

"Está?"" És um paneleiro!" (mas não desliguei)

"Ainda estás aí?" ele perguntou.

"Sim", disse-lhe.

"Deixa de me telefonar!" gritou.

"Impede-me", disse eu.

"Quem és tu?" perguntou.

"Chamo-me Alberto Palma", respondi.

"Ah sim? E onde é que moras?"

"Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu Mercedes prata mesmo em frente, ó paneleiro. Porquê?

"Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.

"Estou mesmo cheio de medo de ti, ó paneleiro!" e desliguei.

A seguir, liguei ao paneleiro Nº 2.

"Está?"

"Olá, paneleiro!", disse eu. Ele gritou-me:

“Se descubro quem tu és..."

"Fazes o quê?" perguntei-lhe. "Parto-te a tromba!" disse ele.

E eu disse-lhe: "Olha, paneleiro, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí a  tua casa, e já vais ver." Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Descobertas, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay.

Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.

Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas. Cheguei a tempo de ver os dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.

Já me sinto muito melhor. Gerir a raiva... o stress... com calma... sempre funciona.

Grandes tatuagens!!

Uma senhora muito bonita procura um tatuador e pede-lhe:
– Faça-me, na minha virilha esquerda, um lindo coelhinho de Páscoa.
O tatuador trabalhou e fez um perfeito coelhinho, que ela adorou.
– Agora, faça-me um Pai Natal com o seu saco de presentes, na minha virilha direita.
O tatuador trabalhou e fez um lindo trabalho, que ela aprovou incondicionalmente.
Ela perguntou quanto era, pagou e, quando ia sair, o tatuador perguntou:
– Minha senhora, o seu pedido para mim foi inédito e isso deixou-me muito curioso. Por favor, diga-me, porquê um coelho de Páscoa numa virilha e um Pai Natal na outra?
Ela respondeu:
– É para eu calar a boca do meu marido, que está sempre a dizer que lá em casa não há nada de bom para comer entre a Páscoa e o Natal…!

GNR versus ADVOGADO!

Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem parar, em frente a uma viatura da GNR.
GNR: – Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, fáchavor…
Advogado: – Mas por quê, Sr Guarda?
GNR: – Não parou no sinal de STOP, ali atrás.
Advogado: – Eu abrandei, e como não vinha ninguém…
GNR: – Exactamente… Documentos e carta de condução, fáchavor…
Advogado: – Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?
GNR: – A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se parar completamente. Documentos e carta de condução, fáchavor…
Advogado: – Ou não, Sr Guarda. Eu sou advogado e sei das suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão, vou-me embora sem multa.
GNR: – Afirmativo, concordo… Pode fazer o favor de sair da viatura, Sr. Advogado?
O advogado desce e então a patrulha da GNR saca dos cacetes, e aquilo é porrada que até ferve, para cima do Advogado. Socos pra tudo quanto é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes…
O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
E o GNR pergunta:
– Quer que eu pare ou que abrande…!?

Advogado: – PARE!… PARE!… PARE!…

GNR: – Afirmativo, Documentos e carta de condução, fáchavor.

Doce idade dos 50!

Acabei de completar 50 anos. A minha mulher ofereceu-me um voucher de uma semana num dos melhores ginásios. Estou em excelente forma mas achei boa idéia diminuir a minha "barriguinha".

 Fiz a marcação dessa semana no ginásio. A personal trainer que me vai seguir chama-se Diana, tem 26 anos, é monitora de aeróbica e modelo. Recomendaram-me que escrevesse um diário para documentar o meu progresso, que transcrevo a seguir.

 Segunda-feira

Com muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena. A monitora parece uma deusa grega: loira, olhos azuis, grande sorriso, lábios carnudos e corpo escultural. Primeiro, mostrou-me todos os aparelhos de ginástica. Comecei pela bicicleta.

 Ao fim de 5 minutos mediu as minhas pulsações e ficou alarmada porque estavam muito aceleradas. Mas não era da bicicleta: era por causa dela, por estar vestida com uma malha de lycra justíssima que lhe moldava as formas todas. Gostei do exercício. Ela consegue dar-me imensa motivação. Começo a sentir uma dor constante na barriga de tanto a encolher.

Terça-feira

Tomei o pequeno almoço e fui para o ginásio. A monitora estava melhor que nunca. Comecei por levantar uma barra de metal. Depois ela atreveu-se a pôr pesos!!!

Tinha as pernas fracas mas consegui completar UM QUILÓMETRO na passadeira. O sorriso arrebatador que a monitora me deu no fim da manhã convenceu-me de que todo este exercício vale a pena... É uma vida nova para mim.

Quarta-feira

A única forma de conseguir escovar os dentes foi segurar na escova com os cotovelos apoiados no lavatório e mexer a cabeça de um lado para o outro. Conduzir também não foi fácil: estender os braços para meter as mudanças foi um esforço digno de Hércules.

Dói-me o peito. As plantas dos pés doem de cada vez que carrego nos pedais. Fisicamente diminuído, estacionei o carro no lugar reservado para deficientes, até porque só consigo andar a coxear.

A monitora estava com a voz um pouco aguda. Quando grita incomoda-me muito. Quando me pôs um arnês para fazer escalada todo o corpo me doeu. Para que é que alguém inventa um aparelho para fazer escalada quando isso ficou obsoleto desde a invenção dos elevadores? A monitora disse-me que este exercício me ia ajudar a ficar em forma, ou a gozar a vida...??

Quinta-feira

A monitora estava à minha espera com os seus dentes de vampiro horríveis. Cheguei meia-hora atrasado: foi o tempo que demorei para conseguir calçar os sapatos. A desgraçada pôs-me a trabalhar com os pesos.

Quando se distraiu, fui refugiar-me na casa de banho. A gaja mandou um outro monitor ir buscar-me. Como castigo pôs-me na máquina de remar... estou todo rebentado.

Sexta-feira

Odeio essa desgraçada. Estúpida, magra, anémica, chata e feminista sem cérebro! Se houvesse uma parte do meu corpo que eu pudesse mexer sem sentir uma dor excruciante, partia ao meio essa sacana.

Quis que eu trabalhasse os meus tricípites... EU NEM SABIA O QUE ERA ESSA COISA DOS TRÍCIPETES!!! E se não bastasse colocar-me pesos nos braços, pôs-me aquelas tretas das barras... desmaiei na bicicleta. Acordei numa maca. Uma nutricionista, uma idiota com cara de estúpida, deu-me uma seca sobre alimentação saudável.

Sábado

A filha da mãe deixou-me uma mensagem no telemóvel com a sua vozinha de lésbica assumida a perguntar por que é que eu não apareci. Só de ouvir aquela vozinha fiquei com ganas de partir o telemóvel, mas não tive forças para o levantar. Carregar nas teclas do comando da televisão para fazer zapping está a ser um esforço tremendo...

Domingo

Não me consigo levantar.

Pedi a um amigo meu para agradecer a Deus por mim na missa por ter sobrevivido a esta semana que, felizmente, já acabou. Rezei para que no ano que vem a desgraçada da minha mulher me dê qualquer coisa um pouco mais divertida, como um tratamento dentário, um cateterismo ou até mesmo um exame à próstata.

Secretárias e médicos!

As secretárias de alguns médicos devem pensar que são doutoras.
Isto, porque perguntam, quase sempre, quando se chega a uma consulta, a razão da visita. E o paciente, por delicadeza, tem que responder, diante de todos, às perguntas que lhe fazem, o que se torna muito desagradável.
Não há nada pior que uma recepcionista perguntar o motivo da consulta, diante de uma sala de espera cheia de pacientes.
Uma vez entrei para uma consulta, aproximei-me da recepcionista, com um ar de pouco simpática.
– Bom dia, minha senhora!
Ao que a recepcionista respondeu:
– Bom dia, quais são as suas queixas? Porque veio à consulta?
– Tenho um problema com o meu pénis, respondi.
Como alguns dos presentes riram, a recepcionista alterou-se e disse-me:
– O senhor não deveria dizer coisas como destas diante das pessoas.
– Porque não? … a senhora perguntou-me a razão da consulta e eu respondi.
A recepcionista disse-me, então:
– Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o Doutor, já dentro do gabinete médico.
Ao que eu respondi:
– E a senhora não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.
Então sorri, saí e voltei a entrar:
– Bom dia, minha senhora!
A recepcionista sorriu, meio sem jeito, e perguntou:
– Sim???
– Tenho um problema com o meu ouvido.
A recepcionista assentiu e sorriu, vendo que havia seguido o seu conselho e voltou a perguntar-me:
– E… o que acontece com o seu ouvido?
– Arde-me quando eu mijo…

Diario num cruzeiro!

Querido Diário... 1º Dia:
Já estou preparada para fazer este maravilhoso Cruzeiro, presente do meu marido... Vim sozinha e trouxe na mala as minhas melhores roupas! Estou excitada!

Querido Diário... 2º Dia:
Foi lindo, vi alguns golfinhos e baleias! Que viagem maravilhosa estou a começar a gostar...! Hoje encontrei-me com o Capitão, que por sinal é um belo homem!

Querido diário... 3º Dia:
Hoje estive na piscina. Fiz também um pouco de jogging e joguei minigolfe. O Capitão convidou-me para jantar na sua mesa. Foi uma honra e a noite foi maravilhosa. Ele é um homem muito atraente e
culto.

Querido diário... 4º Dia:
Fui ao Casino do navio! Tive muita sorte, pois ganhei €80. O Capitão convidou-me para jantar com ele no seu camarote. A ceia foi luxuosa com caviar e champanhe. Depois de comermos ele perguntou se eu ficaria no seu camarote, mas recusei o convite. Disse-lhe que não queria ser infiel ao meu marido.

Querido diário... 5º Dia:
Hoje voltei à piscina para me bronzear um pouco. Depois, decidi ir ao Piano Bar e passar ali a tarde. O Capitão viu-me e convidou-me  para tomar um aperitivo. Realmente ele é um homem encantador.
Perguntou-me de novo se eu queria visitá-lo no seu camarote naquela noite. E eu lhe disse que não, que era casada! Então ele disse que se eu continuasse a responder não, que iria afundar o navio!

Fiquei aterrorizada!
 
Querido diário... 6º Dia:
Hoje salvei 1600 pessoas... Três vezes!