É um centro mas dos pequeninos...

13
Jan 17

Diz o filho ao pai:
– Pai. Vou-me casar.
– Pede desculpa!
– Porquê?
– Pede desculpa!
– Não estou a entender!…
– Apenas pede desculpa!!!
– Mas pai… Isso não tem lógica…
– Pede-me desculpas agora !! Carago !!!!!!!!
– Prontos… Se é isso que queres… Desculpa-me!…
– Agora que aprendeste a pedir desculpa sem saber o motivo… Estás pronto para te casares…

publicado por jpferra às 17:43

25
Nov 16

Diz ela, em surdina, logo após a cerimónia do casamento:
– Amor, a partir de agora, será um prazer para mim consolar-te nas tuas ralações e contrariedades.
Responde ele:
– Mas, meu anjo, eu não tenho nenhumas!
E acrescenta ela:
– Ah, mas hás-de tê-las… 

publicado por jpferra às 17:32

27
Ago 13

João casou-se com Joana e no dia do casamento Joana levou para sua casa nova um grande baú, e pediu para que João respeitasse a sua individualidade e nunca abrisse o baú.

 

Durante 50 anos de casamento, apesar da curiosidade, João nunca abriu o baú.

Na comemoração dos 50 anos, João não aguentou e perguntou para Joana o que tinha dentro daquele baú.

Ela então resolveu mostrar para ele o baú. Ao abrir, João viu 60.000 euros e quatro batatas.

Curioso, ele perguntou por que as batatas, e ela então confessou:

- “Toda vez que te traí coloquei uma batata no baú”.

João, no primeiro momento ficou chocado, mas, depois de meditar, disse para si mesmo:

“Até que posso perdoar… quatro batatas em cinquenta anos, significam uma traição a cada 12,5 anos”.

Então ele perguntou o que significavam os 60 mil euros.

Foi quando ela disse:

- “Toda vez que o baú enchia de batata, eu vendia-as”.

publicado por jpferra às 12:07

26
Nov 12

O Zé namorava a Maria, há 5 anos. Uma morena, de corpo escultural, rabiosque perfeito, peitinho durinho e a apontar para cima. Simplesmente, as medidas de uma Deusa grega.

 

Só havia um problema para o Zé:

Até hoje Maria não tinha permitido nada mais que uns apertos.

Um dia, os dois a rolar pelo sofá, pega aqui, pega ali, mão naquilo, aquilo na mão, etc, José começou a tirar a blusa a Maria, abriu-lhe as calças e quando achou que finalmente ia rolar qualquer coisinha… Maria cortou-lhe para canto, E disse:

- José, eu sou rapariga de família. Só vou ter relações contigo depois de casar. Quando isso acontecer, até te faço uma ‘tulipa roxa’ sempre que quiseres.

Sem entender o que era a ‘tulipa roxa’ José levantou-se e saiu.

Foi a casa de Joana, uma loira toda malucona que era um caso antigo dele, daquelas que marchava.

Ao chegar, José não pensou duas vezes e saltou logo para cima de Joana.

Rola pra cá, rola pra lá, depois de várias posições, ele não pensou mais e disse:

- Joana, não achas que devíamos experimentar coisas diferentes? São sempre as mesmas posições.

- Também acho, Amorzinho.

- Então, quem sabe tu podias fazer-me uma ‘tulipa roxa’?

Joana ficou branca e gritou:

- QUEM TU PENSAS QUE EU SOU? - POSSO SER SUA AMANTE, FAZER TODO TIPO DE COISAS, MAS HÁ LIMITES, MAS TU ACHAVAS MESMO QUE ERA DESSAS QUE FAZEM UMA ‘TULIPA ROXA’???

PUMBA…. BRUTA

CHAPADA NA CARA DO ZÉ!

- FORA DAQUI, JÁ!!!

Atirou tudo o que tinha para cima de Zé, que não teve alternativa a não ser sair a correr, com as calças na mão.

No dia seguinte, José foi para o trabalho, mas não parava de pensar como deveria ser a tal ‘TULIPA ROXA’…

Claro que não perguntou a nenhum amigo, pois não queria passar vergonhas.

A solução seria uma visita ao “Bar das Meninas Puras” lá da zona.

Foi para lá que foi na mesma noite.

Depois de beber umas cervejas, sentiu-se preparado e chamou uma das ‘gajas’, linda, de parar o trânsito. Quando foi para o quarto perguntou-lhe logo:

- Tu fazes realmente tudo?

- Claro. Estou aqui pra isso, fofinho.

- Qualquer coisa, mesmo?

- Sinceramente: Estou aqui para ganhar dinheiro e faço tudo o que for preciso: anal, oral, o que tu quiseres.

- Então vamos começar logo com a ‘tulipa roxa’?

Sem pensar, a fulana enfiou um tremendo chapadão nas bentas do José e gritou:

- SEU CABRÃO. SOU PUTA, MAS NÃO SOU QUALQUER UMA. QUEM TU PENSAS QUE EU SOU?!!!

TAUUU, OUTRO BRUTO ESTALO NA CARA DO COITADO, DE NOVO!

Enquanto fora do quarto já todos ouviam os seus berros. Sem entender o que estava a acontecer, o Segurança invade o quarto, irritado e pergunta:

- Senhor, o que está a acontecer aqui?

- Meu caro, eu só perguntei se ela fazia de tudo.

- Respondeu José.

- Ora, aqui todas fazem de tudo. Não estou entender. – Disse o Segurança.

- Mas, quando eu pedi para ela me fazer uma ‘tulipa roxa’ saltou-lhe logo a tampa…

Sem deixar José concluir a frase o ‘Segurança’ saca de uma arma e põe-se aos berros:

- ISTO AQUI É UMA CASA DE MENINAS DE RESPEITO, ESTAS TRABALHADORAS NÃO SÃO DESSE TIPO. SAIA JÁ DAQUI, SEU FILHO DE UMA CABRA, ORDINÁRIO, SENÃO ENFIO-TE UM BALÁZIO NO RABO!!!

E zÉ, novamente sem ter escolha, saiu a correr e foi para a casa da Maria.

Quando chegou disse:

- Maria, casa comigo, agora, por favor.

Afinal, Zé nÃo aguentava mais NÃo saber o que era a tulipa roxa…

Dois dias depois, casaram-se e foram para a lua de mel.

Zé estava esperançoso. Mas, no caminho da lua de mel, sofreram um acidente. E Maria morreu.

Até hoje, José chora. Não de saudades, mas sim de raiva, pois não conseguiu descobrir o que é a tulipa roxa.

E nós, também, vamos ficar com raiva. Afinal, Se o José não descobriu o que é a tulipa roxa, muito menos eu, que só recebi esta mensagem de um sacana que também não sabia, e perdi tempo como o carvalho, a ler a porcaria deste texto e não descobri o que é afinal essa tulipa roxa.

Então pensei:

Porque não dividir a frustração com vocês, que são meus amigos?

Não acham que fiz bem?

publicado por jpferra às 15:53

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