É um centro mas dos pequeninos...

15
Set 17
 

Durante um julgamento numa pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha, uma velhinha de idade avançada. Ela sentou-se no banco e ele aproximou-se da testemunha e perguntou:

– Sra. Amélia, você conhece-me?

Ao que a velhota responde:

– Claro que te conheço. Conheço-te desde pequenino e, francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande coisa mas eu nem para limpar fossas te contratava. Claro que te conheço, e bem!

O advogado ficou branco e sem saber o que fazer. Depois de pensar um pouco apontou para a outra ponta da sala e perguntou: – Sra Amélia, conhece o advogado de defesa? Responde a velhinha:

– Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relaçào normal com ninguém e como advogado bem… é um dos piores que já vi. Também sei que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua mulher. Sim, conheço-o. Claro que sim.

– O advogado de defesa ficou em estado de choque.

O juiz chamou ambos os advogados para lhes dar uma palavra, e com uma voz muito baixinha disse-lhes:

– Se algum dos dois perguntar à velha se me conhece, juro que vão os dois presos.

publicado por jpferra às 17:33

16
Set 16

O advogado está na praia quando aparece uma mulher muito bonita:
— Doutor Eduardo, que surpresa! Que faz por aqui?
O advogado, querendo demonstrar que tem uma veia poética, com ar de galanteador:
— Estou roubando uns raios de sol.
E a mulher, balançando a cabeça.
— Logo vi. Vocês advogados estão sempre a trabalhar.

publicado por jpferra às 16:29

31
Mar 15

Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem parar, em frente a uma viatura da GNR. Com uma vontade enorme de passar uma multinha, o GNR manda o carro encostar e diz:
- Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, faz favor.
Fazendo-se de desentendido diz o advogado:
- Fiz alguma coisa de mal Sr. Guarda?
Explica o GNR:
- Não parou no sinal de STOP ali atrás.
Responde o advogado:
- Eu abrandei, e como não vinha ninguém…
E o GNR:
- Exactamente… Documentos e carta de condução, faz favor.
Como qualquer advogado, que pensa que percebe muito de leis, pergunta ao policia:
- Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?
E como, em matéria de estrada, os GNR não ficam atrás dos advogados, responde:
- A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se parar completamente. Documentos e carta de condução, faz favor.
Não satisfeito, o advogado desafia o policia:
- Ou não Sr. Guarda. Eu sou advogado e sei das suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão, vou-me embora sem multa.
E o GNR:
- Afirmativo e concordo… Pode fazer o favor de sair da viatura, Sr. condutor?
O advogado desce e então a patrulha da GNR saca do cassetete, e aquilo é porrada que até ferve, para cima do advogado. Socos pra tudo quanto é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes… O advogado grita por socorro, e implora para parar. E o GNR pergunta:
- Quer que eu pare ou que abrande?!
Aflito diz o advogado:
- PARE! PARE! PARE!
Feliz diz o GNR:
- Afirmativo, pode-me então dar os documentos e carta de condução, faz favor…

publicado por jpferra às 09:59

13
Fev 15

Bruno estava a ser julgado por assassinato. Havia evidências indiscutíveis sobre a culpa do réu, mas o cadáver não aparecera. Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que o seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

 

– Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para todos! – disse o advogado a olhar para o seu relógio. – Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, entrará na sala deste Tribunal. – E olhou para a porta.

Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram de olhos esbugalhados a olhar para a porta.

Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu.

O advogado, então, completou: – Realmente, eu falei e todos vocês olharam para a porta com a expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente. (In dubio pro reo = na dúvida a favor do réu.)

Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:

– CULPADO!

– Mas como? – perguntou o advogado. – Eu vi que todos vocês olharam fixamente para a porta, é de se concluir que estavam em dúvida! Como condenaram na dúvida?

E o juiz esclareceu:

– Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o Bruno…

 

MORAL DA HISTÓRIA: NÃO ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO SE O CLIENTE FOR ESTÚPIDO.

publicado por jpferra às 18:09

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